terça-feira, 18 de dezembro de 2018

FERNANDO MINEIRO FICA DE FORA DA CÂMARA FEDERAL


Do Blog da Chris

Uma luz no fim do túnel para o rosalbismo. O grupo da prefeita Rosalba Cairlini (PP) amanheceu otimista em relação à situação do deputado federal Beto Rosado (PP). Ele não se reelegeu (veja AQUI). O eleito na última vaga foi Fernando Mineiro (PT).

A Coligação 100% RN I, da qual faz parte o deputado Beto Rosado (PP), teve os registros de candidaturas de Kerinho (PDT) e Jumária Mota (Podemos) indeferidos pela Justiça Eleitoral. Os dois juntos somaram 15.621 votos.

Kerinho, segundo informações colhidas pelo blog, teve sua candidatura indeferida porque não apresentou a declaração de escolaridade. Mas, já recorreu e apresentou o comprovante.

Ou seja, a coligação do PT obteve um total de 308.794 votos e a do deputado Beto Rosado, 299.882, sem os votos dos dois, Kerinho e Jumaria que somaram 15.621 votos. Sendo computados o votação dos indeferidos, a coligação 100% RN I passaria para 315.503 conseguindo eleger um deputado federal.

Se ocorrer essa mudança, sairá Mineiro e entrará o deputado Beto Rosado.

O Rosalbismo amanheceu a segunda-feira confiante nesta reviravolta. Aguardemos!

Nota do Blog Carlos Santos – O deputado Beto Rosado, seu pai e ex-deputado federal Betinho Rosado e o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado desde cedo estão em Natal tratando de pauta política. Na agenda, esse assunto delicadíssimo.

sábado, 15 de dezembro de 2018

UNIVERSITÁRIO DE 20 ANOS É PRESO COM ECSTASY E ANABOLIZANTES NO RN


Uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) resultou na prisão em flagrante, pelo crime de tráfico de drogas, do universitário João Victor Fernandes Castro, 20 anos, nesta sexta-feira (14). O jovem foi preso, em um apartamento localizado no bairro Lagoa Nova, em Natal com 33 comprimidos de ecstasy, duas cartelas de hormônio sintético, frascos e cartelas de anabolizantes. Os policiais civis cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência de João Victor.

O Denarc começou a investigar o universitário no dia 28 de maio deste ano, após moradores do condomínio onde ele mora terem encontrado uma mochila perdida na área do prédio. Com o intuito de localizar o proprietário da mochila, ela foi aberta por responsáveis pelo prédio, os quais encontraram na bolsa 50 comprimido ecstasy, uma porção de skank, porções de maconha e haxixe, um triturador de ervas; balança de precisão e frascos de anabolizantes. A mochila foi entregue a Denarc e um inquérito policial foi instaurado.

“Na manhã desta sexta-feira, nossa equipe cumpriu um mandado na casa de João Victor e conseguimos prendê-lo em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Destacamos que conseguimos apreender com o suspeito, drogas idênticas as que foram apreendidas em maio”, afirmou o delegado titular da Denarc, Ulisses de Souza. Além das drogas, os policiais civis também apreenderam com João Victor R$890,10; cinco aparelhos celulares; um tablet; um notebook; um HD portátil; quatro pen drives e uma balança de precisão.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

OPERAÇÃO "FIM DE ANO" PRENDE HOMENS POR DUPLO HOMICÍDIO NA CIDADE DE BOM JESUS


Policiais civis também cumpriram mandados de busca e apreensão contra investigados por tráfico de drogas

Policiais civis da 1º Delegacia Regional de São Paulo do Potengi com apoio da Polícia Miltar deflagraram, na manhã desta quinta-feira (13) em Bom Jesus, a Operação “Fim de Ano”, que resultou nas prisões de Adeilson Bezerra de Araújo, vulgo “Bebeta”, 28 anos e José Querginaldo Alves de Lima, vulgo “Novo”, 32 anos, suspeitos de terem praticado um duplo homicídio no município de São Paulo do Potengi. Os dois homens foram presos mediante o cumprimento de mandados de prisão. A Operação também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em residências de investigados pela prática de tráfico de drogas.

As vítimas destes crimes foram Lucas Gabriel Ferreira Carolindo, 18 anos e Samuel Alves Carolindo, 17 anos, eles foram arrebatados por homens encapuzados e armados que invadiram a residência da família em Serra Caiada na madrugada do dia 19 de setembro deste ano. Lucas e Samuel foram encontrados mortos em São Paulo do Potengi e de acordo com as investigações da Polícia Civil a motivação do crime foi uma dívida do Lucas com Adeilson, relacionada ao tráfico de drogas.

No momento da prisão de Adeilson Bezerra, ele estava com drogas e foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os policiais apreenderam na residência de um homem chamado Jonas notas falsas de dinheiro e crack, mas o homem não estava em casa.

A população pode ajudar no trabalho da Polícia Civil com informações que podem ser enviadas de forma anônima e com garantia de sigilo absoluto para o Disque-Denúncia 181.

Fonte: Polícia Civil

EM NOTA CONJUNTA DOS POLICIAIS FEDERAIS DO RN E CE CRITICAM DELEGADOS PORMODELOS ADOTADOS E PEDE A UNIFICAÇÃO DAS POLICIAS


Policiais federais do Rio Grande do Norte e Ceará se uniram nesta semana para criticar a postura adotada por delegados que são favoráveis ao atual modelo de segurança pública. Em nota divulgada em conjunto pelos sindicatos dos dois dois estados (SINPEF/RN e SINPOF/CE), agentes e escrivães também cobram a unificação das polícias Federal, Civil, Militar e Rodoviária Federal. 

Abaixo, leia íntegra da nota conjunta enviada à imprensa. 

_“Foi com grande surpresa que as entidades representativas dos Policiais Federais no Rio Grande do Norte SINPEF/RN e do Ceará SINPOF/CE, tomaram conhecimento da intitulada “Carta do Rio Grande do Norte”, oriunda do autoproclamado I Congresso Jurídico da Associação Nacional dos Delegados de Polícia. Assim sendo, apresentamos alguns esclarecimentos acerca de tal absurdo documento; Os delegados de polícia civil e federal decerto que não compreendem estar vivendo no Brasil, um País imerso no caos da segurança pública, e aí se reúnem em um resort de luxo e passam a discutir como perpetuar e ampliar as regalias e privilégios a que fazem jus, modernamente, como se as que já tem não fossem suficientes.

A carta inicia considerando exitoso e reconhecendo como pertinente o atual modelo de segurança pública do Brasil, quando em verdade o país precisa ter êxito em dar tranquilidade aos pais e mães de família que querem ir e voltar do trabalho, entrar e sair de suas casas e de seus veículos sem temer por suas vidas ou ter seus bens violentamente arrancados e roubados. Os “doutores” discutem livre convencimento motivado, independência funcional e princípio do delegado natural. Como se a realidade não fosse tão cruel aos demais brasileiros para que estivessem discutindo tamanhas bobagens. 

Enquanto deveriam estar discutindo a não necessidade de manter equipes de plantão para atendimento ao público e confecção de BOs, que inclusive não são feitos por eles ou tem qualquer utilidade, senão para retirada de documentos ou apresentação como comprovante de que o fato ocorreu, poderiam na verdade ser feitos por qualquer servidor administrativo ou por meio eletrônico, facilitando e liberando todos os policiais alocados nas equipes de plantão para trabalhar na atividade fim da polícia.

Discutir a criação de uma carreira administrativa de apoio à atividade policial, devidamente valorizada e assim reconhecida, que inclusive já existe na polícia federal, precisa apenas ser mais valorizada e estar de fato à frente de toda a área administrativa. Mas como na PF os gestores também são delegados, preferem estes, lotar eles mesmos, delegados, como pseudochefes de todo e qualquer setor, sem reconhecer que as chefias administrativas que gerenciam o apoio ao trabalho policial podem e devem ser feitas por servidores da carreira de apoio. Policiais geram as demandas e passam as diretrizes, isso é otimização e desburocratização, e não essa concentração irracional de poder que os mesmos continuam a discutir e defender. 

Em verdade, os delegados, deveriam buscar que as polícias Militares e Rodoviária Federal pudessem dar encaminhamento às ocorrências pelos mesmos flagranteadas, reduzindo a termo as mesmas e encaminhando os presos às custódias e comunicando o fato ao Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública, desafogando e desburocratizando o trabalho das polícias, acabando na verdade com o retrabalho e com o desgaste desnecessário das instituições. Ao contrário disso, buscam uma concentração burocrática e irracional que cansa e desgasta os operadores de segurança; isso talvez porque de fato nunca foram “policiais”.

O modelo de segurança pública, que a tal “carta do RN” considera exitoso e pertinente, é na verdade obsoleto e improdutivo de tal maneira que hoje existe apenas no Brasil e em dois ou três países africanos, também de colonização portuguesa. É herança dos tempos de império, em Portugal há muito deixou de existir e aqui foi criado tendo como “delegado” de polícia aquele a quem ficava delegada a incumbência de satisfazer as exigências e diretrizes da coroa, e não da sociedade, hoje parece que não havendo mais coroa portuguesa, os delegados se mantém para satisfazer as exigências e diretrizes da própria categoria, e não prover segurança pública, tarefa esta que deveria ser da polícia.

Num subjetivismo que beira a malícia a carta do RN, não discute qualquer mudança objetiva que traria resultados práticos para melhorar e de fato prover segurança pública à sociedade, faz apenas o que os delegados sempre fizeram, e de fato vem conseguindo, basta ver o incremento salarial que conseguiram para suas carreiras nos últimos anos, elucubram, divagam, e o no fim tentam emplacar melhorias para suas próprias carreiras.

A infeliz carta cuida em limitar a atuação da P2 (inteligência da PM) e impedir a lotação de policiais no GAECO do Ministério Público, o que demonstra que se houvesse qualquer interesse na segurança pública deveria tratar de trazer o Ministério Público para próximo do trabalho policial e principalmente no ciclo completo para que, como dito, as polícias Militares, Rodoviária Federal e também as guardas municipais fossem fortalecidas e pudessem iniciar e finalizar suas ocorrências. Lembremo-nos das guardas municipais que podem e devem ser mais uma força, mais um braço no combate à criminalidade.

Concentrando o trabalho investigativo para a polícia judiciária, respeitando e valorizando o trabalho ostensivo das coirmãs, deixando que estas iniciem e concluam suas ocorrências. Até o dia em que evoluíssemos ao ponto de ter uma polícia única, dividida apenas em esferas Municipal, Estadual e Federal.

Precisamos na verdade buscar um modelo de segurança pública atual, nada de inventar a roda não, esse modelo já existe e funciona em todos os países de primeiro mundo e em todos os países onde o combate à criminalidade tem efetividade, um modelo desburocratizado e eficiente, que impõe responsabilidade e meritocracia às polícias. Que aproxima o Ministério Público do trabalho policial, sem essa disputa de ego ridícula de querer ser carreira jurídica, não é demérito ser carreira POLICIAL, pelo contrário é ORGULHO!

PMS DO RM AMEAÇAM NÃO SAIR PARA AS RUAS NESTE FIM DE ANO


Com a negativa pelo TJRN de liberação dos recursos para pagamento dos servidores do Estado, sindicatos e associações dos agentes ameaçam repetir a paralisação deflagrada em dezembro do ano passado
Com a negativa dada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) sobre a liberação de recursos de royalties para o pagamento dos servidores do Estado, agentes de segurança convocaram uma assembléia geral entre as categorias marcada para a manhã desta sexta-feira (14). O objetivo é discutir qual posição irão tomar na tentativa de pressionar a administração do estado, umas das possibilidades é repetir a paralisação iniciada em 19 de dezembro do ano passado.
A Associação dos Cabos e Soldados da PM/RN (ACS) se pronunciou ainda na quarta-feira (12), logo após a negação do TJRN, através de redes sociais, chamando a prerrogativa como uma “desvalorização do profissional e com a população”. De acordo com o presidente, Roberto Campos, a “tropa já tem falado sobre paralisação”, mas nada foi definido ainda. Eles irão se reunir na sexta-feira para definir quais serão os próximos passos.
Além dos salários atrasados, há quatro anos existe um congelamento na remuneração dos profissionais. Para os representantes da ACS, existe esperança que a próxima gestão “tenha a sensibilidade” e consiga colocar as folhas em dia. Além do desgaste dos policiais em trabalharem com operações que demandam um alto nível de estresse, a preocupação com a situação financeira agrava a situação.