sábado, 27 de fevereiro de 2016

É IMPRESSIONANTE COMO AS COISAS ACONTECEM!


O município de São Paulo do Potengi é detentor de um Hospital Regional.

Mas o nosso estimado Prefeito Municipal também é especialista em destruir evidencias. Ou seria melhor concretar a sentença com construir evidencias?!!!

Em três ocasiões na mesma legislatura, e muito próximas umas das outras, o nosso prezado administrador teve nas mãos a oportunidade de passar para a historia como o executivo que conseguiu implantar um padrão de atendimento no Hospital Regional, a quem o Monsenhor Expedito, hoje, não gostaria de ter o seu nome atrelado e do qual a população local e de municípios circunvizinhos pudessem se orgulhar.

Mas não. Ao invés disso a sua preocupação principal foi ser sempre o detentor do poder. Aquela liderança autocrática, dominadora, que emite ordens e espera obediência plena e cega dos subordinados, o líder temido e não amado pelo grupo, que só trabalha quando ele está presente.
Primeiramente, sempre com aquela obsessão pelo poder, se permitiu afastar o Dr. Ivan das cirurgias que eram marcadas pela própria prefeitura e que tinham o aval do Conselho Regional de Odontologia, pois sua ascensão política começava a incomodar. Imbuído da mesma intenção, depois disso a metralhadora mirou para outro alvo: o Hospital Regional, mais precisamente na direção de sua diretora. Não satisfeito, conclamou os prefeitos da Cogestão (Implantação do Processo do Hospital Regional na corresponsabilização entre usuários, trabalhadores e GESTORES) para boicotar o projeto.

Com isso queremos dizer que, neste caso específico e com essas atitudes, a saúde pública torna-se apenas um minúsculo apêndice nas prioridades do município. Podendo ser até utilizada como moeda de troca quando entra em jogo o egocentrismo doentio.

Ainda, para completar esse quadro, sua majestade, a prefeitura, que era para estar cuidando do bem-estar da saúde de sua população, além de dificultar a constituição de um protocolo de intenções que visava compor a COGESTÃO, tem hoje como objetivo único encontrar brechas para emplacar funcionários terceirizados naquele hospital. Esquecendo todo o resto: a falta de medicamentos, um raio-X quebrado, a implantação do SAMU...etc.

E, para concluir, não podemos esquecer que, durante a atual administração, dois dos seus melhores colaboradores (Educação e Agricultura, áreas estratégicas em qualquer governo) abandonaram os postos. Gente qualificada a quem ele já havia confiado as mesmas pastas na outra gestão. O que teria havido de tão desagradável para que tomassem essas atitudes? Má gestão dos recursos? Ou será que foi mais um comportamento egocêntrico capaz de por em risco o funcionamento normal daqueles apêndices?!...

Santo Tito
Bancário Aposentado